quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Não à destruição da Humanidade!

A Coreia do Norte atingiu com um míssil, com capacidade nuclear, o Oceano Pacifico, sobrevoando o soberano Japão. A inqualificável provocação (mais uma) não teve resposta do Governo japonês, numa atitude de louvável sensatez. Cerca de 70% dos norte-coreanos têm fome, sendo assistidos
com alimentos, pelas autoridades governamentais.  Não há recursos para matar a fome ao povo, mas há biliões para aquisição de armamento mortífero! Desde os anos 1990, que têm capacidade de alvejar a Coreia do Sul e o Japão. Há que levar a sério o programa nuclear norte-coreano e suas manifestações bélicas porque (já) não têm retorno. Estas acções também visam desviar as atenções internas, onde a penúria impera e o rendimento anual dos cidadãos não atinge 2 000 dólares...
Caso seja accionado o botão nuclear, a resposta é imediata e, nos primeiros minutos, morrerão 200 mil pessoas!, advertem especialistas militares. 
É urgente, a China, o maior exportador (sobretudo de bens alimentares), para a Coreia do Norte, assumir um papel activo de dissuasão diplomática, para afastar «o» pré-holocausto... a iniciar pelo insano líder da Coreia do Norte, que parece não medir a gravidade dos projécteis lançados, impunemente, até ao arrepio das resoluções das Nações Unidas.
Podemos estar a assistir à antecâmara da destruição de parte significativa da Humanidade!
Será que, também, estas acções bélicas são o prenúncio da III Guerra Mundial? Se assim for... a IV Guerra Mundial - será feita com paus e pedras...!

Vítor Colaço Santos

Público - 02.09.2017

1 comentário:

  1. E as constantes manobras militares junto das suas fronteiras? E a construção do escudo antimissil para a neutralizar? E são os capatazes do mundo que têm autoridade legal e moral para substituir o seu regime? Claro que se corre o sério risco de uma hecatombe nunca vista, mas devemos calar tanta hipocrisia? Não a todas as armas nucleares!

    ResponderEliminar

Caro(a) leitor(a), o seu comentário é sempre muito bem-vindo, desde que o faça sem recorrer a insultos e/ou a ameaças a quem quer que seja. Não serão considerados os comentários anónimos. Obrigado.