segunda-feira, 14 de agosto de 2017

NEM DEUS, NEM ESTADO, NEM AMOS

Todos os partidos falam quase exclusivamente em economia e finanças. Não que não se deva denunciar as desigualdades, a pobreza, a exploração, a miséria. Mas é preciso um discurso mais poético, mais filosófico como teve, por exemplo, Mélenchon ao falar da democracia ateniense, em Sólon, em Péricles. A vida faz-se do gozo, dos prazeres, da criação. Nunca deve ser imposição ou castração. A vida deve ser amor, natureza e liberdade livre. Não deve ser sacrifício e trabalho como pregam os cristãos e os capitalistas. E, ao fim e ao cabo, para quê?
O único deus é o homem. Vimos das estrelas, do Big Bang, do universo. Não aceito ser dirigido por ninguém. Nem Deus, nem Estado, nem amos. Bakunine. Destruir para construir.

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